Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the restrict-user-access domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/1378552.cloudwaysapps.com/vumevhnssy/public_html/wp-includes/functions.php on line 6121
Reverência no Amor – Cristiane Corrêa
Relacionamento Vida Cristã

Reverência no Amor

19/01/2017

Reverência é uma palavra fora de moda. Ninguém mais usa, ninguém pratica, a maioria nem sabe o que significa. Em seu livro: “Conselhos a uma Recém-Casada”, Alice Von Hildebrand diz, parafraseando seu falecido marido, que:

a reverência é a mãe de todas as virtudes, é a chave para uma vida feliz e, sem dúvida, para um casamento feliz.

Reverência vai muito além do respeito puro e simples, ela significa respeito profundo, quase sagrado, por algo ou alguém. Bonito, né? Só que em nossos dias o legal mesmo é ser irreverente, atrevido, audacioso… Quanto mais irreverente, mais cool, mais descolado, mais admirável. Amor e reverência deveriam caminhar juntos, mas se nem Deus e os mistérios da vida e da morte são hoje reverenciados, que dirá o cônjuge! Sim, é difícil ceder, é difícil abrir mão de certos gostos, de certos hábitos e da própria razão (razão no sentido de estar certo); ser complacente com o outro, ainda que – eventualmente – não se tenha culpa no ocorrido, fere o ego e acende a luzinha da injustiça, no entanto, está é uma das melhores versões da reverência, age-se com nobreza em prol de um bem maior: o desviar-se de uma discussão tola e do acúmulo de pequenas bobagens que poderão tornar-se uma montanha de ressentimentos.

Antes de agir por impulso, consentindo à cólera momentânea prevalência sobre seu amor e bom-senso, permita-se pensar, refletir, contar até dez e lembrar-se de seus próprios erros e equívocos; a reverência também passa por aí e deve ser demonstrada através de atitudes, gestos, toques e até mesmo pelo tom da nossa voz (é também Alice que diz isso).

Eu ainda estou aprendendo… Para ficar craque, nada melhor que a prática. Essa é uma das metas para 2017.


Você pode gostar também